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jueves, 10 de agosto de 2017

Proyecto: LIDERAZGO EN RED - Descargar PDF


Si nos llamamos cristianos y seguidores de Jesús, lo mínimo que podemos hacer es seguir su ejemplo en todo. Y esto, como líderes nos debe llevar a la Biblia con el objetivo de analizar el ministerio de Jesús en los cuatro evangelios. Y en definitiva, si lo hacemos, podremos notar claramente que el Maestro basó su ministerio en una red o estructura por donde fluyera su vida, sus enseñanzas, la continuación de su visión y misión. Un canal, una red humana, de simples y sencillos hombres que, aunque falibles, pero ayudados por el poder del Espíritu Santo (Jn. 14:16, Hch. 1:8) transformaron el mundo. Burrill refiere que “La mayor parte del trabajo de Jesús estaba con un grupito de doce, a los que llamaba sus discípulos. Jesús paso esos pocos años derramando su vida en estas pocas personas. Sin embargo Jesús cambió el mundo para siempre”.
Puedes descargar el plan modelo desde Slideshare---->


Proyecto LIDERAZGO EN RED - Misión Peruana del Sur de Heyssen J. Cordero Maraví

Pr. Heyssen J. Cordero Maraví
ESCUELA SABÁTICA Y MINISTERIO PERSONAL
MISIÓN PERUANA DEL SUR

domingo, 2 de julio de 2017

Grupo Pequeño Pastoral - Guía de Mensual / PDF - Descargar


¿POR QUÉ TENER UN GRUPO PEQUEÑO DE PASTORES? La Biblia es la fuente de principios que nos ayudan a desarrollar una obra pastoral pertinente a los desafíos y retos que conlleva el responder de manera adecuada a las necesidades que representan ya sea colectiva o individualmente el pueblo de Dios que se nos ha dado para ejercer el cuidado pastoral. Al no tener una orientación primeramente bíblica y en segundo lugar práctica, nos vemos en una constante frustración y un sentir como el arar en el mar. Nos angustiamos y desesperamos de tal manera que como se dice en el boxeo, queremos tirar la toalla. Como pastores necesitamos tener principios ministeriales que nos brinden un marco de referencia al quehacer pastoral, no importa cuanto tiempo llevamos en esta labor encomendada por Dios. Para el que comienza el ministerio es importante fundamentar su trabajo no de manera aislada, sino integrada con el cuerpo de pastores, los cuales compartirán sus experiencias y será fortalecido en su vida diaria. Para los pastores que ya tienen un tiempo recorrido, relacionarse con sus pares será de gran valor en una sociedad postmodernista individualista. Los pastores necesitan protegerse, animarse, cuidarse mutuamente en el desgastante ministerio...

Puedes descargar el material en el siguiente enlace ---->


Pr. Heyssen J. Cordero Maraví
MINISTERIO PERSONAL y ESCUELA SABÁTICA 
MISIÓN PERUANA DEL SUR

viernes, 24 de mayo de 2013

Iglesia Adventista reafirma compromiso con los Grupos pequeños



Brasilia, DF… [ASN] En la mañana de este jueves 23 de mayo, durante la cuarta edición del Foro Sudamericano de Grupos Pequeños “Multiplicando Discípulos”, que se realiza en la sede de la Iglesia Adventista del Séptimo Día para ocho países sudamericanos en Brasilia, los más de 300 participantes discutieron y elaboraron un documento que reafirma el compromiso con la actuación de la iglesia en Grupos pequeños.
Para el pastor Erton Köhler, líder general de la Iglesia Adventista en Sudamérica, este documento guía, conduce y trae unidad de trabajo y objetivos para esta área. “Nuestro desafío fue preparar un documento simple y directo, que muestre por dónde debe caminar la Iglesia. Este documento, votado hoy, destaca los frentes de trabajo que necesitamos que funcionen en cada región”, afirmó.
Según el documento votado y publicado, los Grupos pequeños son la base de las acciones de la Iglesia Adventista que llevan al discipulado mediante la comunión, relacionamiento y misión. Para alcanzar ese objetivo, se realizarán las siguientes iniciativas:
1. Capacitación permanente de líderes mediante: Grupos pequeños de pastores (GPP) que se reúnan regularmente; Grupos pequeño prototipos para la formación de líderes y seguimiento personalizado y continuo de los líderes.
2. Integración de las estructuras de la Iglesia involucrando: planificación de la iglesia local; Grupos pequeños y Unidades de acción y departamentos de la Iglesia.
3. Multiplicación intencional basada en: el desarrollo del mayor número de miembros según los dones espirituales; acciones solidarias y misioneras en la comunidad y en metas locales de crecimiento, buscando el ideal de una iglesia en Grupos pequeños.

Con frases cortas y directas el documento contempla los tres grandes desafíos de la Iglesia en el trabajo de fortalecer los Grupos pequeños, estas son: capacitación, integración y multiplicación.
El cuarto Foro de Grupos Pequeños “Multiplicando Discípulos” continua durante la tarde de este jueves y puede ser acompañado en vivo por Internet en envivo.adventistas.org. [Equipo ASN, Mani Pereira]

lunes, 25 de marzo de 2013

El papel de los Grupos Pequeños y del Prototipo en el Discipulado



Precisa ficar claro que Deus não tem uma missão para Sua igreja, mas uma igreja para Sua missão. E esta é a missão de Deus, que foi comissionada em João 20:21: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai Me enviou, Eu também vos envio.”
O fato é que a igreja não tem uma missão em si. Mas, devido à entrada do pecado e ao processo degenerativo que esse trouxe ao mundo, Deus concedeu ao ser humano o privilégio de participar e se envolver em Sua missão. Jorge Henrique Barros, professor de Teologia Bíblica da Missão, acha que “missão é manifestar o amor do reino de Deus [...] através de palavras e obras, com vistas à transformação”. Essa transformação pode ser chamada de discipulado e faz parte do processo de crescimento em Cristo.
Como as pessoas crescem espiritualmente? Como crescem no processo do discipulado? Ao falar do homem justo, o salmo 1 ilustra muito bem esse processo. O verso 3 diz: “Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido.”
O texto mostra que o “justo” (o cristão em crescimento) está em conexão com a fonte da vida – ele tem íntima comunhão com Deus. Todavia, o texto vai além e declara que o justo dá fruto, suas obras são manifestas, sua vida não é vazia nem isolada, ele está envolvido na missão, sendo um canal de bênçãos. Os frutos são produzidos para benefi ciar outras pessoas e para a honra e glória de Deus. É impossível ser frutífero vivendo isoladamente; precisa haver vida em comunidade. O amor que vem de Deus, de um constante crescimento e íntima comunhão com o Senhor, se manifesta nos círculos de relacionamentos humanos. Por fi m, o texto afi rma que o justo é bem-sucedido em todas as suas obras. A vida de comunhão e em comunidade conduz o justo ao seu comissionamento, as obras são automáticas e ele é bem-sucedido.
Pode-se resumir dizendo que comunhão + comunidade = missão. Não há como separar uma coisa da outra, e para haver crescimento sadio no discipulado, as três partes devem estar conectadas. Ellen G. White esclarece isso ao dizer que “todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário. Aquele que bebe da água viva, faz-se fonte de vida. O depositário torna-se doador. A graça de Cristo no coração é uma vertente no deserto, fl uindo para refrigério de todos, e tornando os que estão prestes a perecer, ansiosos de beber da água da vida” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195).
A comunhão (que envolve estudo da Bíblia e oração) precisa ser diária, assim como o comissionamento; já o encontro regular com a comunidade pode ser repetido uma vez por semana por meio dos pequenos grupos.
Está ficando cada vez mais comum ver igrejas cheias de membros relativamente autônomos e distantes, que mais parecem estar cumprindo um compromisso obrigatório de marcar a presença na igreja do que em buscar uma experiência genuína de adoração e comunhão coletiva.
Se a igreja deseja alcançar sucesso, ela precisa seguir os passos de Jesus. Em Seu ministério, Cristo manteve o foco em um grupo pequeno, que pode ser visto como um protótipo do discipulado. Jesus dedicou grande parte de Seu ministério a esse grupo, cujos membros alcançaram os confi ns da Terra.
Manter o foco numa equipe contribui bastante para o sucesso no cumprimento da missão. Segundo David A. White, essa abordagem (1) produz mais frutos, (2) reúne uma variedade de dons e recursos, (3) gera mais ideias, (4) provê responsabilidades, (5) oferece encorajamento e suporte, e (6) treina futuros líderes (Your Church Can Multiply, p. 49-75).
Qual foi o resultado do método de Cristo? A vida em comunhão e em comunidade, que os discípulos manifestaram no cenáculo, os conduziu naturalmente ao comissionamento que gerou o Pentecostes.
A estratégia usada por Jesus para conduzir as pessoas ao crescimento no discipulado pode ser dividida em quatro passos (orar, chamar, estar juntos e enviar) e é resumida em Marcos
3:13-14: “Depois, [Jesus] subiu ao monte e chamou os que Ele mesmo quis, e vieram para junto dEle. Então, designou doze para estarem com Ele e para os enviar a pregar.”
Orar. A passagem paralela de Lucas 6:12-16 diz que Jesus esteve no monte orando por toda a noite. Eis o primeiro passo da estratégia de Jesus: antes de chamar os doze, Ele passou a noite orando. Antes de formar Seu grupo, Ele clamou a Deus o Pai. O mesmo precisa acontecer hoje: a intercessão (oração) é fundamental em todo processo. O líder deve ter uma vida de comunhão diária.
Chamar. O pastor ou ancião que pretende copiar o modelo criado por Jesus precisa, após muita oração, chamar aqueles que formarão o grupo protótipo, que passam a fazer parte de seu relacionamento mais próximo. O líder pode chamar entre três e dez pessoas com capacidade para aprender, que se deem bem entre si, responsáveis, maduras na fé e com estilo de vida coerente e saudável (Ibid., p. 60-96).
Essas pessoas serão futuros líderes de pequenos grupos. Portanto, é preciso escolher líderes em potencial, de ambos os sexos, de todas as idades, novos e antigos na igreja. É bom incluir no grupo uma pessoa de oração. Não que os demais não o sejam, mas alguém conhecido pelo dom da oração. “Jesus escolheu homens [...] dotados de natural capacidade, humildes e dóceis – homens a quem podia educar para Sua obra. Há, nas ocupações comuns da vida, muitos homens que seguem a rotina dos labores diários, inconscientes de possuírem faculdades que, exercitadas, os ergueriam à altura dos mais honrados homens do mundo. Requer-se o toque de uma hábil mão para despertar essas faculdades adormecidas” (O Desejado de Todas as Nações, p. 250).
Estar juntos. O verso 14 relata que os chamados “vieram para junto dEle”, Jesus estava com eles. “A mais elevada obra da educação não é comunicar conhecimentos, meramente, mas aquela vitalizante energia recebida mediante o contato de mente com mente, de coração com coração. Somente vida gera vida. Que privilégio, pois, foi o deles, por três anos em contato com aquela divina vida de onde tem provindo todo impulso doador de vida que tem abençoado o mundo!” (Ibid.).
Recordando: comunhão + comunidade = missão. O líder ensina ao seu protótipo, por meio do exemplo e ensino, (1) a ter uma vida diária de estudo da Bíblia e oração; (2) a ter, entre eles, ao menos um encontro semanal para oração, estudo e planejamento (seu pequeno grupo); (3) a ter um modelo prático de cuidado e acompanhamento, de modo que eles possam copiar e praticar no futuro em seus respectivos pequenos grupos; (4) a ministrar a cada pessoa no grupo. Um detalhe: quanto mais próximos de Jesus os crentes estiverem, mais próximos estarão uns dos outros. Portanto, planejem um retiro espiritual em um fim de semana. Depois, aguardem a atuação do Espírito Santo.
Enviar. Chega o momento em que o líder deve encaminhar os membros do grupo a liderar seus próprios pequenos grupos, para que o modelo de crescimento seja reproduzido. Cada dupla do protótipo forma um novo pequeno grupo. O pequeno grupo (ou mais de um pequeno grupo) pode formar uma nova igreja.

Eis uma visão geral do processo do protótipo:
Comunhão: (1) orar; (2) chamar;
Comunidade: (4) estar juntos;
Missão: (5) enviar.
Como afirma Ellen G. White, “a obra feita totalmente por uma pessoa é extensiva a muitas” (Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 255). Concentrar-se em poucos é mais eficaz – além de ser um processo multiplicador – do que concentrar-se numa multidão. Entretanto, Jesus não abandonou o trabalho com as multidões, assim como o líder de hoje não deve abandoná-las quando se concentrar em poucas pessoas. Conduzir um grupo no discipulado é multiplicar seu próprio ministério e o alcance do mesmo.
Finalmente, o líder precisa ter cuidado para que o protótipo e a reunião do pequeno grupo sejam conduzidos dentro do mesmo processo de crescimento apresentado pela Palavra de Deus: comunhão, comunidade e missão.
Numa reunião, deve-se começar com a comunidade (conversar sobre a semana, desafios, etc.), depois é que se passa para a comunhão, fazendo a transição com uma oração, que pode mencionar algo que foi compartilhado na primeira parte. Em seguida, prossegue-se com o estudo da Bíblia, de forma dinâmica e participativa. A última parte é a condução das pessoas para a missão, desafiando-as a alcançar outras pessoas e a desenvolver novos pequenos grupos. Lembre-se de que a bênção alcançada deve ser reproduzida.
O discipulado precisa ser levado adiante e não existe uma única forma pela qual ele deva ser conduzido, todavia os pequenos grupos e o protótipo formam um ambiente natural para seu progresso e estão em plena harmonia com o que foi desenvolvido por Jesus como exemplo de discipulado para a igreja em todas as épocas.

Pr. Aguinaldo L. Guimarães

Fuente:  MISIÓN URBANA
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